terça-feira, 1 de junho de 2010

Ah! O Amor...



Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, e não tivesse amor... seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

E ainda que tivesse o dom de profêcia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência...

E ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes e não tivesse amor, nada seria.

E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para o sustento dos pobres...

E ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

O amor é sofredor, é benigno, o amor não é invejoso, o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal.

Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade.

Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta!

O amor nunca falha, mas havendo profecias, serão aniquiladas.

Havendo línguas, cessarão.

Havendo ciência, desaparecerá.

Porque, em parte, conhecemos e em parte profetizamos.

Mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.

Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

Por que agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face.

Agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor...

Mas o maior destes é o AMOR...

Coríntios 13

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